Moleque do passinho

Um resumo da dança do passinho no Brasil. Uma arte incrível criada no Brasil por adolescentes das comunidades e que ganhou o mundo. Paralelamente o fenômeno ocorria por todo o mundo com foco no RAP e Funk americanos.

Vídeo clipe da música “Moleque do passinho” escrita por Alfredo Assumpção e Antônio Peçanha e interpretado por Alfredo Assumpção.
Animação feita por: Valdo Rocha


Sacos, Páginas de um diário

Vídeo clipe da música “Sacos, Páginas de um diário” escrita e interpretada por Alfredo Assumpção.


Amor sem Adeus

“Amor Sem Adeus” é um Reggae romântico. História de amor de final feliz. Ouvir, embalado pela poesia, nos leva a querer correr feito crianças e dar pulinhos de alegria, daqueles em que juntamos os calcanhares no ar. É como se estivéssemos a dois, bem felizes, numa estrada de tijolos amarelos. (Yellow Brick Road). Aquela estrada imaginaria que, nessa canção, conecta o Havaí à Jamaica, valendo-se dos tijolinhos encontrados nos arranjos musicais (Ukulele Havaí e Ritmo Jamaicano) da canção e na própria letra da música. Estou muito feliz com o resultado final. Viva a vida!


Meninas que Sabem

“Meninas que Sabem” estão por toda parte em todos os momentos de nossas vidas. Elas são lindas e sedutoras. Elas nos conduzem à realização amorosa. E, são elas que decidem tudo. Então, tente ser o jardineiro e reverenciar essas flores, donas da própria vontade. Galera, adoramos fazer essa música. Dedicada à todas as mulheres independentes, lindas e maravilhosas. O ser mais belo do planeta. Alfredo Assumpção.


Mendigos

Mendigos é uma música feita nos anos 1970 por Alfredo Assumpção e Antônio Peçanha. Como dizia Raul Seixas, o Rock e o Baião são primos. Começa em um e termina no outro com muita facilidade. A música é de cunho social, sim. Traz nossa denúncia feita nos anos 1970 sobre nossos (da sociedade) erros, enquanto cidadãos. E, o pior. A letra continua atualíssima. Só mudou a situação social. Pra pior. Infelizmente. Curtam muito a música. Coloquem fone de ouvido e viajem nas imagens e sonzeira da Banda Zequerum. Bjs, Alfredo Assumpção.


Um Galho

Alfredo Assumpção é um ambientalista por sua própria natureza. Nasceu na roça (Anta-RJ) e, de lá, conquistou o mundo na sua carreira em Executive Search, tendo sido premiado em New York por seus trabalhos voluntários e por seu profissionalismo. É agraciado com diversas comendas por seu trabalho, visando a melhoria do Brasil e do mundo, através da melhoria do bem estar social. Dois de seus 14 livros são exemplos claros da sua preocupação com a ambiência planetária. Leiam “Felicidade, o Deus Nosso de Cada Dia – como, quando e onde encontra-lo” e “Gestão sem Medo” – como ser feliz no mundo corporativo”. Na sua obra literária, suas palestras mundo afora (até em Moscou palestrou) e, agora, com sua música, está sempre a nos convidar para um encontro com nossas consciências: “como ser mestre do nosso destino e com ele construir uma melhor ambiência planetária”. A música “Um Galho” é um resumo de todo seu esforço nesse sentido. Como nos conta. “ Vivíamos os anos 1970. Quase ninguém falava de ambientalismo ou sustentabilidade. Nós, Antônio Peçanha e Alfredo Assumpção, já abraçávamos a causa. Participávamos de festivais da canção e ninguém sabia do que estávamos tratando. Ninguém entendia a mensagem contida na poesia da música. Quem sabe, hoje, todos entenderão?… Espero que sim. “Um Galho” é resultado de um profundo mergulho nas nossas consciências para trazer à tona uma pérola para brilhar e acordar o mundo.”


Santos Guias

“Santos Guias” é um daqueles sambas que nascem feitos, brotando de uma conexão maior que fazemos espiritualmente. Uma inspiração que chega do “nada”. Espiritualidade pura, trazendo na alma a religiosidade conectada ao bem para vencer o mal. São versos orações que trago comigo desde os tempos de criança. Proteção que sempre tive. Santos que sempre moveram o “bicho ruim” do caminho para deixar passar o filho de Deus. É uma mensagem positivista de braços dados com meu eterno otimismo, manifestação típica de quem alcança o sucesso e o celebra. Há que acreditar e sonhar. A fé remove montanhas. E, eu vou chegar lá. Sempre chego lá. Já cheguei, graças a Deus, mas não paro. Vou continuar chegando. Não nasci para parar. Sou guiado e guinado para ir em frente, vendo a vida por para brisas e não retrovisores. Viva a vida! Obrigado, Deus.


Gringo em Copacabana

“Gringo em Copacabana” é um samba rap que resume a situação político social do Brasil. Copacabana é um resumo do país. A poesia é um retrato fiel do Brasil. Uma herança má e cruel recebida dos últimos 30 anos de governos que nos prometeram o paraíso e entregaram o inferno. Basta replicar e deixar que demais amigos reflitam sobre seu próximo voto. Consciência e mais nada. Nos meus 72 anos de vida vi de tudo. Quero apenas que Deus ilumine nossos caminhos. Que consigamos eleger dignos representantes do povo. Patriotas e honestos. Com capacidade de nos levar a um patamar de desenvolvimento e liberdade para nos sermos, recebendo remuneração e benefícios, de acordo com nossa capacidade e desempenho. É quando faremos dessa pátria um território do qual seremos donos. Democracia é gerir o país segundo o desejo do povo. O povo somos nós. Sempre honestos e patriotas. É o que queremos para gerir o país. Sem ideologias idiotas. Basta escolher honestos, realizadores e patriotas. É quando estaremos todos dignificando a condição de sermos brasileiros de fato e de direito.


A Dois

A Dois é uma resposta poética ao romance vivido. É a busca constante da felicidade, de forma madura, daqueles que se amam e querem mais amor. Viva a vida!


Copaneguinhabana

“Copaneguinhabana” é mais um sambalanço que também nos remete a Wilson Simonal (infelizmente não mais conosco), Jorge Benjor e Seu Jorge (aí, Jorge, não sumi; estou aqui mais vivo do que nunca e fazendo coisa boa). Esse é um trabalho que aproxima o rap do samba. Raizes afro americanas e brasileiras. Sim. Samba rap numa levada de sambalanço para desembaraçar os assuntos complicados e deixar tudo soft, como a dar mais vida à vida. O poema afro que acompanha o sambalanço é pra aplaudir de pé. Música e poesia das boas. Vale conferir é sonhar no balanço. Boa viagem! Curtam mesmo.


Meu Dengo (Flor de Laranjeira)

“Meu Dengo (Flor de Laranjeira)” é sambalanço que nos remete a Wilson Simonal (infelizmente não mais conosco), Jorge Benjor e Seu Jorge (aí, Jorge, não sumi; estou aqui mais vivo do que nunca e fazendo coisa boa). Esse é um trabalho que aproxima o rap do samba. Raizes afro americanas e brasileiras. Sim. Samba rap num sambalanço dos bons. Pode viajar!


Quadro Vivo

Quadro Vivo é poesia pura, cantada e emoldurada nas almas de amantes.


Em Trajes de Amor

“Em Trajes de Amor” nos transporta para os domingos ensolarados na orla marítima, onde fragatas e gaivotas enfeitam nossas vidas. É quando o amor floresce com mais força e beleza ao som das big bands. São momentos vividos no ali e no agora, sem que houvesse outro mundo, outra vida. Apenas o nosso mundo e uma vida inteira a ser vivida em felicidade e amorosidade. Somos a roupa mais bela dos domingos, que são nossos. Viva a vida!


Santos Guia

“Santos Guias” é um daqueles sambas que nascem feitos, brotando do nada. Espiritualidade pura, trazendo na alma a religiosidade conectada ao bem para sempre vencer o mal. São versos orações que trago de criança. Proteção que sempre tive. Santos que sempre moveram o “bicho ruim” do caminho para o filho de Deus passar. É uma mensagem positivista, própria daqueles que alcançam o sucesso. Há que acreditar e sonhar. A fé remove montanhas. E, eu vou chegar lá. Sempre chego lá. Viva a vida!


Garota Pecado

Garota Pecado é o descompromisso de amar o que é belo e poético. A mente navega do solo ao paraíso no simples tocar nessa Garota Pecado, belíssima, convite ao viver de bem com a vida, gozando dos prazeres possíveis e até impossíveis.


Compondo Arte

Compondo Arte é um walking jazz em homenagem a Tom Jobim e Gershwin, dois monstros sagrados da música popular mundial. Coloca fone de ouvido para melhor ouvir os arranjos e produção musical e saia dançando onde quer que esteja. Viva a vida! Adorei fazer.


Lua Morena

Lua Morena representa a cor Brasil, a liberdade Brasil, a beleza Brasil. Ela é toda mel. Chão Brasil da cabeça aos pés. Beleza rebelde e pura. Para cultuar no fundo da alma. Mulher que nos faz querer viver mais e ser feliz com ela. Viva a vida! Viva a Lua Morena! Viva a magia das letras e da musicalidade! É o que nos permite fazer o teatro perfeito para quem irradia boniteza.


Canteiros Plantados

“Canteiros Plantados” confundem-se com a colheita que fazemos de um grande amor vivido e muito curtido. Ainda vivo. Eterno como todo amor que, plantado, brota flores na forma de filhos que avançam pela vida, conquistando benquerença e mais amor. Amor que brota amor. Viva a vida! Viva o amor! Viva a família. Super feliz de poder dividir a candura de nossos lares. Não, somente meu lar. Mas, de todos nós. Vivam nossos filhos! Que sejam eternos e felizes sempre. Que multipliquem amor.


Mar afora

Mar Afora é uma declaração de amor em sussurros de liberdade dos amantes, que sentem no mar sua própria natureza embriagada, meio sem saber onde tudo começa para continuar a felicidade de poder partir para vivenciar mais ainda o amor incontido. Viva a vida! Viva o mar! Viva a liberdade de poder navegar Mar Afora.


Coisas da Roça

Coisas da Roça tem como pano de fundo algumas paisagens da vila de Anta-RJ, onde nasci e me criei. Em especial, é uma homenagem ao rancho “Os Cajás”, onde o Veiga, era um anfitrião maravilhoso. Ali, dividíamos boa comida, boa bebida, boa música e bom papo, varando a madrugada. Aqui, mostro a amizade que continua grande entre nós, filhos da terra. Foram colhidas imagens diversas que melhor representassem nossa roça. Mas, que também representam a roça, o interior, o caipira, o matuto em cada um de nós. Vida linda! Viva a vida! Um beijo, Alfredo Assumpção.


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