Banda Zequerum

Festa Nossa - Banda Zequerum - Neste álbum, em parceria com Antonio Peçanha tem 12 músicas compostas. Tem mais uma que compôs com Carlim Pivete (Espelhando) totalizando 13 músicas de sua autoria. Aqui é o vocalista principal das músicas "Catingueira", "Malandro Ditador" e "...E o sertanejo saiu da fossa e alucinou o povo". Participa como back vocal de quase todas as demais músicas do álbum. É possível vê-lo em ação no show de encerramento das atividades da Career Fair, patrocinado pela Revista Você S/A do Grupo Abril, show que resultou no DVD apresentado neste site.

Banda Zequerum (Show completo)

01 - Banda Zequerum - Cantador de Damas Virgens

02 - Banda Zequerum - Zequerum Vai à Praia

03 - Banda Zequerum - Marcas

04 - Banda Zequerum - Dança de Quintal

05 - Banda Zequerum - Mendigos

06 - Banda Zequerum - Preso

07 - Banda Zequerum - Espelhando (primeira)

08 - Banda Zequerum - Miscigenação

09 - Banda Zequerum - Bom Dia

10 - Banda Zequerum - Paraíba

11 - Banda Zequerum - Malandro Ditador

12 - Zequerum - E o Sertanejo Saiu da Fossa e Alucinou o Povo

13 - Banda Zequerum - Catingueira

14 - Banda Zequerum - Espelhando

15 - Banda Zequerum - Pós Show


"Alfredo Assumpção tinha um sonho que era gravar suas músicas. Criou uma Banda para tal, a Banda Zequerum. Na quase totalidade as músicas eram aquelas compostas enquanto adolescente, durante sua vida em Anta-RJ, sua terra natal. Morando em São Paulo e já à frente da Fesa, empresa que havia fundado, selecionou 13 músicas do seu repertório, recrutou músicos profissionais, recém chegados à carreira, com exceção do consagrado Alberto Marscicano, um dos poucos no Brasil a dominar o instrumento indiano cítara. Mostrou as músicas para os músicos e pediu para que cada um fizesse arranjos para seu instrumento.

Para se ter ideia da trabalheira que foi conseguir finalizar esse objetivo, vemos a seguir parte da ficha técnica do CD original. Foram envolvidos os seguintes profissionais e respectivos instrumentos, incluindo direção e estúdios de gravação, mixagem e masterização: Guitarra e Violão - Thiago Pitiá; Baixo Eletrônico, Baixo Fletless e Baixo Acústico - Douglas Piton; Teclado  Harmond - Felipe Passos; Bateria - Mário Gaiotto; Percussão - Guilherme Kastrup; Flauta, Sax Tenor e Sax Soprano - Paulo Vinícius; Trombone de Vara - Jaziel Gomes Narciso; Trompete - Alexandre Bento da Luz; Gaita - A. Ricci; Cítara - Alberto Marscicano; Diretor Musical - Felipe Passos, Produção Musical e Fonográfica – Alfredo Assumpção (dono do fonograma); Assistente de Produção - Fernando Valverde; Técnico de Gravação - Fernando Valverde; Gravação no Estúdio - Creative; Estúdio de Mixagem e Masterização - BR 100; Técnicos de Mixagem e Masterização - Pérsio Marote e Marcio Marote. Sempre conseguindo fazer os ensaios em São Paulo, sob a batuta do Maestro Felipe Passos, em estúdios alugados pra tal, e coordenando todos os trabalhos, Alfredo Assumpção ainda queria envolver seus amigos de infância e adolescência da sua banda de baile a Los Ringos.

Gravou todos os arranjos das músicas e com as guias instrumentais em CD provisório debaixo do braço, viajava 500km de São Paulo à Anta, para encontrar-se com Antonio Peçanha (parceiro de composição) e Alan Francisco (mentor intelectual de toda a vocalização), ambos colegas da Banda Los Ringos, para fazer os arranjos vocais. Fez essa viagem, ida e volta, umas 5 vezes até ter toda a vocalização definida e ensaiada. Ato seguinte trouxe os amigos para São Paulo e sob a batuta do maestro Felipe Passos, após alguns ensaios, entraram em estúdio para gravação de vozes. Veio o processo de mixagem e masterização, além de confecção de encarte, e havia nascido o CD Festa Nossa. Investimentos feitos por Alfredo Assumpção que contou com a ajuda do antigo empresário da Banda Los Ringos, o, também amigo de infância, Luiz Carlos Carvalho Braga, o Mitchum, que, através do financiamento da sua empresa LC Express, o projeto conseguiu maior envergadura com distribuição da obra por diversos pontos de execução. O sonho se realizara.

Nessa ocasião, Alfredo Assumpção era muito conhecido da mídia, onde sempre se fazia presente, dando entrevistas e emprestando conhecimentos sobre o mercado de recrutamento de executivos de alto nível no Brasil e no mundo. A revista Você S/A do Grupo Abril o "intimou" (um convite feito sem opção de recusa) a fazer um show de encerramento do evento da revista, chamado Feira de Carreira, que aconteceu no World Trade Center em São Paulo no final do ano de 2002. Era um evento grandioso com a nata empresarial e do mundo corporativo paulista e de fora de São Paulo presente, em especial profissionais seniores de Recursos Humanos. Alfredo Assumpção precisou contratar novos músicos (os músicos das gravações já tinham migrado quase todos para viver sua vida profissional) e reensaiar todo o repertório. Dia do show, lá estava Alfredo Assumpção vestido de palhaço da corte, no palco com seus dois amigos de infância, Antonio Peçanha - Baiano e Alan Francisco, compondo a Banda Zequerum. Como plateia tinha seus clientes, executivos candidatos e concorrentes, além da imprensa, não acreditando no que estavam vendo. Realizara seu sonho. Embaixo do palco a espera-lo estava um empresário que queria contratar a banda para outros shows. Alfredo Assumpção recusou tornar realidade seu sonho de infância que era o de ser artista. Tinha uma empresa grandiosa que precisava dele, a Fesa, e tinha ainda uma família a zelar. Em seguida escreveu um artigo para a Revista Forbes - "Como Gerenciar Músicos". Assim nascera e terminara a Banda Zequerum. Uma deliciosa aventura vivida por Alfredo Assumpção, que ainda envolveu seus amigos de infância Alan e Baiano, que também sonhavam com um projeto dessa envergadura."
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